Vivemos num carrossel eterno,
Rodamos no silêncio da alma,
Sem jamais sair do lugar.
Tudo parece mover-se,
Mas o coração permanece imóvel,
Preso na roda que você criou.
Esse é o mundo que gira,
Sempre o mesmo,
Sempre distante.
E a vida, ah, a vida,
Só começa quando o carrossel finda,
Quando o ciclo se desfaz em poeira,
E o vento leva os restos de tudo
Que um dia acreditamos ser real.
No fim do giro,
No fim da dança repetida,
Descobrimos que o movimento não é caminho,
Mas o abismo —
Onde, enfim,
Nos tornamos livres.
Rodamos no silêncio da alma,
Sem jamais sair do lugar.
Tudo parece mover-se,
Mas o coração permanece imóvel,
Preso na roda que você criou.
Esse é o mundo que gira,
Sempre o mesmo,
Sempre distante.
E a vida, ah, a vida,
Só começa quando o carrossel finda,
Quando o ciclo se desfaz em poeira,
E o vento leva os restos de tudo
Que um dia acreditamos ser real.
No fim do giro,
No fim da dança repetida,
Descobrimos que o movimento não é caminho,
Mas o abismo —
Onde, enfim,
Nos tornamos livres.
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