Que verdade importa?
Um aplauso, que morre no vento,
um sopro breve?
Ou a verdade íntima, que silenciosa nos segura firmes,
Enquanto tudo ao redor desaba e chove?
Talvez seja a paz de carregar dentro de mim o inominável
Ou a certeza de que o tempo não define o imortal,
Que a essência verdadeira não se escreve em aplausos,
Mas em quem somos,
mesmo que o mundo nos chame de ausentes.
A vida é mais que glórias efêmeras ou destinos traçados,
É o pulsar do invisível que em nós é guardado.
É encontrar, no silêncio, o que as vozes não dizem,
E saber que a verdadeira luz nasce, não fora,
mas onde o olhar não atinge.
No fim, a aclamação é só máscara da solidão,
O coração ressoa no silêncio, em sua canção,
Pois o que importa, não é o aplauso passageiro,
Mas a verdade invisível que levamos no peito inteiro.
domingo, 22 de setembro de 2024
Que verdade importa?
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